Desfazer-se de nós para se refazer na tecelagem de um caminho mais vivo.

O "desfazer-se" é exercer o domínio do renascimento.
É lembrar do acordar para o hoje, no presente do ser.
Soltar cada enrosco, desatar cada nó, para guardar os fios dignamente na gaveta de enfeites, onde se preserva o dom da beleza e a arte das distinções que se complementam em cores e formas...
"Desfazer-se" fecha portas do que já expirou o seu prazo e abre portais para nova luz entrar.
É estar seguramente preparado para atentar-se ao novo que há de surgir, límpido, claro, fulgurante e purificado.
Madelín
29/09/2026
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